sexta-feira, 24 de abril de 2015

Fla é destaque em análise financeira de jornal americano sobre futebol brasileiro

por Blog  meio de campo


O futebol brasileiro foi tema nesta quinta-feira do "The New York Times", maior jornal dos Estados Unidos. Mas não pela técnica que outrora encantava o mundo, e sim pelo caos financeiro que atravessam os clubes brasileiros. Nesse cenário, a administração do Flamengo foi apontada pela publicação norte-americana como exceção no país, sendo a única até o momento que anunciou seu balanço de 2014 comprovando que arrecadou o suficiente para pagar as dívidas e impostos devidos. "Os problemas dos clubes estão enraizados em anos de gestões temerárias", diz um trecho da reportagem.
Flamengo, The New York Times



Legenda: Flamengo é um dos poucos times brasileiros com motivo para comemorar. Deve ser o único capaz de pagar sua dívida e seus impostos.

O jornal destaca que a exportação de jogadores brasileiros está acontecendo cada vez mais cedo por questões de necessidade financeira, só que os destinos estão sendo para países fora dos holofotes do mundo. Além disso, citou que os clubes estão pegando empréstimos bancários com altas taxas de júros e que fizeram do governo seu maior credor, com bilhões de reais em impostos não pagos. A publicação também aborda a discussão sobre a Medida Provisória número 671, a MP do Futebol que trata das dívidas dos clubes.

A publicação traz ainda uma declaração de Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo e favorável à MP do futebol. À reportagem, o dirigente alega que para chegar ao cenário positivo atual, passou os primeiros anos de seu mandato equacionando as dívidas: precisou cortar despesas e sofreu com as consequência no campo.

- Mandamos Vágner Love, nosso melhor jogador, para o exterior, e não fizemos grandes contratações por dois anos. Comprometeu o nosso desempenho.

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Com show de luz e jogo coletivo, Fla bate o São José e faz 1 a 0 nas quartas
Seis jogadores anotaram dez ou mais pontos na vitória rubro-negra por 85 a 62, num repaginado Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro; times volta à quadra no sábado
Por Marcello Pires
Rio de Janeiro



Os 20 dias parados não fizeram nenhum mal ao time do Flamengo. Muito pelo contrário. Serviram para recarregar a bateria do time rubro-negro. O repaginado ginásio do Tijuca Tênis Clube, na Zona Norte do Rio de Janeiro, contou com uma iluminação toda nova, parecida com a que é usada no Maracanã, e os torcedores presentes viram o atual bicampeão do NBB derrotar o São José por 85 a 62 (47 a 33), com seis jogadores anotando dez ou mais pontos, no início da noite desta quinta-feira. O time da Gávea começou com a mão direita a série melhor de cinco partidas válida pelas quartas de final da competição.



Repaginado, ginásio do Tijuca Tênis Clube ganhou iluminação vermelha e as cores do Flamengo (Foto: Marcello Pires)


Com um duplo-duplo (16 pontos e 13 rebotes), o ala-pivô Olivinha foi o principal destaque na vitória coletiva do time carioca. Benite, com 19, foi o cestinha do confronto. Marquinhos (11), Herrmann (10), Felício (10) e Laprovittola (10) também se destacaram. Pelo lado paulista, Jimmy Baxter foi o maior pontuador, com 15 pontos.
- Mais importante do que o time ter ido bem ofensivamente, foi que sofremos apenas 62 pontos. Os jogadores conseguiram executar no jogo aquilo treinamos durante a semana - disse José Neto, técnico do Flamengo, que viu sesu jogadores acertarem 11 bolas de 3 pontos no jogo.

Confira a programação das quartas de final!

As duas equipes voltam à quadra, novamente no ginásio do Tijuca, no próximo sábado, às 18h. As partidas três e quatro estão marcadas para São José, dias 28 e 30 de abril, no interior paulista. Caso necessário, o quinto e decisivo confronto será novamente no Rio de Janeiro, ainda sem data e horário confirmados.



Flamengo x São José playoffs NBB (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)
Jogadores do Flamengo comemoram vitória sobre o São José (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

O JOGO




Benite foi o cestinha da partida, com 19 pontos anotados (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Um primeiro período eletrizante, com as duas equipes chutando acima dos 50% e dois personagens marcantes. Do lado rubro-negro, o ala Marquinhos. Com duas bolas de três em três tentadas e dez pontos anotados, o camisa 11 foi o principal responsável pela vitória parcial do Flamengo por 28 a 15. Do outro, o americano Jimmy Baxter. Além de anotar cinco pontos e dar muito trabalho para a defesa carioca, o principal pontuador do São José bateu boca com o técnico José Neto durante mais da metade do quarto.
Mesmo muito modificado - apenas Marquinhos não foi substituído dos titulares -, o Flamengo continuou sobrando no começo do segundo período. Com Gegê, Marcelinho, Herrmann e Cristiano Felício em quadra, o ritmo seguiu forte e a diferença que era de 13 subiu para 18. O São José ainda esboçou uma reação e diminuiu o prejuízo para 11, mas com boas atuações de Herrmann, Felício e Marcelinho, que juntos anotaram 16 dos 19 pontos do time carioca no quarto, o atual bicampeão do NBB foi para o intervalo vencendo por 14 de frente. O lance inusitado do período aconteceu quando Benite acabou derrubando um cinegrafista.


Até então zerado no jogo, o ala Laws acordou no terceiro quarto e anotou duas bolas de três seguidas. O azar do americano é que o Flamengo voltou ainda melhor. Principalmente Benite. Com cinco pontos do ala-armador, que ainda roubou uma bola que se transformou numa jogada de três pontos de Meyinsse, os donos da casa abriram 19 pontos a cinco minutos do fim do período. O time paulista até melhorou do meio para o fim do quarto, mas não impediu que o atual bicampeão fosse para os dez minutos finais vencendo por um confortável diferença de 16.


Se a tarefa do São José já era complicada, ficou ainda pior quando Benite anotou mais dois pontos e aumentou a vantagem para 19 a pouco mais de sete minutos para o fim. Quando Marcelinho acertou sua segunda bola de três a 4'40 do fim da partida e levou a diferença para 24 pontos, o técnico Luiz Zanon acusou o golpe, pediu tempo e resolveu descansar quase todo seu time titular. Com a vitória nas mãos, o Flamengo só teve o trabalho de administrar o resultado.

FICHA DA PARTIDA

Local: Tijuca Tênis Clube, Rio de Janeiro.
Fase: Jogo 1 - playoffs quartas de final.

Flamengo: Laprovittola (10), Benite (19), Marquinhos (11), Olivinha (16) e Meyinsse (3). Entraram: Herrmann (10), Marcelinho (6), Gegê (0), Felício (10) e Mingau (0). Técnico: José Neto.

São José: Valtinho (0), Laws (10), Baxter (15), Drudi (8) e Caio Torres (10). Entraram: Betinho (1), Dedé (8), Gustavo (6), Renan (2), João Pedro (2) Colimerio (0). Técnico: Luiz Augusto Zanon.

Árbitros: Cristiano Jesus Maranho (1), Fabiano Huber (2) e Maria Claudia Comodaro Moraes (3)

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Chegou o Kit Sócio Torcedor do Mais Querido do Mundo !!!




R$ 39,90


Por apenas R$39,90, você pode ter a nova camisa do Nação Rubro-Negra, uma revista especial e seu primeiro mês como sócio-torcedor. Como? É só comprar o Kit Sócio-Torcedor, à venda na banca de jornal mais próxima de você.

Após a compra do kit, basta acessar o site do Nação Rubro-Negra, fazer seu cadastro e usar no momento da adesão o código que vem no cartão que faz parte do kit, garantindo grátis a primeira mensalidade no programa em um plano semestral ou anual. Como sócio-torcedor, você passa a ter prioridade e facilidade na compra de ingressos, descontos em lojas oficiais do Flamengo e em muitos outros parceiros e, o mais importante, a fazer o Mais Querido mais forte. Em seu lançamento, o kit estará disponível em bancas espalhadas pelo Rio de Janeiro. Para quem não mora no Rio, é possível comprar o kit pela internet. Clique aqui para garantir o seu.



O produto foi desenvolvido em parceria com a editora Innovant, responsável por publicações como a revista Duas Rodas. Na revista você poderá ler matérias especiais sobre grandes momentos e personagens da torcida rubro-negra e uma entrevista com o presidente Eduardo Bandeira de Mello, que fala sobre a importância e o potencial do programa de sócio-torcedor. A nova camisa rubro-negra do programa, que faz parte do kit, lembra o Manto Sagrado usado nos anos 80 e é fabricada pela Braziline.

Com o kit, o Flamengo cria mais uma forma de adesão para o Nação Rubro-Negra, que é a grande forma de todo rubro-negro participar da construção do clube e do time que todos sonhamos e ainda ter muitas vantagens. Todo dinheiro do programa é investido no Departamento de Futebol e já foi responsável pelas contratações de Eduardo, Canteros, Éverton e Marcelo Cirino.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Porque não levar a sério esses campeonatos estaduais de m... ? Eis mais um motivo...

Ferj é campeã de lucro e fatura mais do que Botafogo, Flamengo, Flu e Vasco
Resultados financeiros de Bota, Fluminense e Vasco não chegam à metade do arrecadado pela federação na Taça GB

HUGO PERRUSO E RODRIGO STAFFORD

Rio - Enquanto a Federação de Futebol do Rio (Ferj) vive em uma realidade alternativa e comemora uma média de público pífia, os números do Carioca de 2015 trazem de volta a triste realidade de um campeonato deficitário e que só dá alegrias a apenas um lado: a própria entidade, que lucrou mais do que os quatro grandes nas 15 rodadas, apenas com sua taxa de 10% por jogo.





Se somados, os resultados financeiros de Botafogo, Fluminense e Vasco não chegam à metade do arrecadado pela Ferj: R$ 682,9 mil contra R$ 1,54 milhão somente com a taxa de 10%. Pior: nem mesmo o Flamengo, com 11 jogos obtendo lucro no Carioca e presente nos três principais públicos do futebol brasileiro em 2015 (contra Vasco, Botafogo e Fluminense), conseguiu ter um saldo superior ao da entidade: R$ 1,12 milhão.

Vale ressaltar que a culpa não é apenas da federação. Os clubes têm altos gastos com produção de ingressos, antidoping - que é de responsabilidade dos grandes - e, principalmente, aluguel de estádio. Em um dos clássicos, Botafogo e Flamengo levaram, cada um, apenas R$ 505 mil, 23,75% da renda de mais de R$ 2 milhões. O Maracanã ficou com R$ 995 mil.

Ainda assim, a diferença de arrecadação em relação à Ferj é gritante. Campeão da Taça Guanabara, o Botafogo teve um saldo de apenas R$ 26.433,00 com os 15 jogos que disputou. Sorte que embolsou mais R$ 1 milhão de premiação pela conquista. Já o grande que mais teve prejuízos foi o Fluminense, com quatro partidas obtendo saldo, sendo três clássicos.

Um fator que pode ter contribuído à péssima presença de público para o Tricolor são os estádios onde jogou. Ao contrário dos outros três arquirrivais, o principal inimigo político da Ferj foi quem menos atuou nos grandes estádios da capital (Maracanã, Engenhão e São Januário): sete vezes, contra 11 do Vasco, por exemplo.




“Fica claro que os clubes que não são alinhados politicamente (com a Ferj) são tratados de forma desigual”, reclama o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, que critica os altos gastos nas partidas do Carioca.

“Este ano tem sido pior pelo crescimento dos custos de operação dos estádios e a excessiva participação da Ferj na renda, bem como o alto custo do quadro móvel nos jogos”, completa o dirigente.

Mas não foram apenas os adversários políticos que se deram mal. Apoiadores ferrenhos da Ferj, os 12 pequenos também tiveram péssimo desempenho. Só um jogo entre eles gerou lucro, enquanto os outros 65 deram prejuízo ao mandante. Até a oitava rodada, quando era possível analisar os borderôs com todos os gastos (clique na foto abaixo e veja o infográfico), o saldo dos jogos dos pequenos era bem inferior ao da federação: R$ 75 mil contra R$ 804 mil da Ferj.



Maquiagem para mostrar lucro no borderô

Não faltaram ações para maquiar os resultados ruins dos jogos do Carioca. Desde o início, o presidente da Ferj, Rubens Lopes, e seus aliados argumentavam que o campeonato não é deficitário por causa das cotas de televisão, que passaram a ser incluídas nos borderôs. A prática fez com que as partidas ficassem no azul, mas em nenhum outro estado do país se utiliza de tal tática.

E não é a única. Como informou o DIA no dia 20 de março, a partir da nona rodada, a Ferj deixou de colocar nos borderôs dos pequenos três itens (cooperativa de árbitros, despesa operacional e delegado) que representam cerca de R$ 8 mil de despesas não divulgadas. Após a publicação, a porcentagem de INSS sobre esses gastos também deixou de ser computada, o que dificultou a reportagem a contabilizar o real prejuízo dos pequenos nos jogos.

Em outra tática, revelada pelo site ‘Globoesporte.com’, os pequenos são obrigados pelo artigo 11 do regulamento do Carioca a arcar com 25% da capacidade do estádio. Ou seja, em jogos com número de torcida inferior a esse piso, os próprios clubes devem comprar os ingressos. Assim, são vistos vários públicos redondos e com menos torcedores no estádio que o divulgado nos borderôs. Ninguém na federação foi encontrado para falar sobre o assunto

São por esses e outros motivos é crucial que a Nação continue e aumente a adesão para serem SÓCIOS TORCEDORES !!!


Temos que fazer o Flamengo INDEPENDENTE FINANCEIRAMENTE DESSA FEDERAÇÃO, EMISSORA (PILANTRA) DE TV E DE OUTROS F.D.Ps QUE ACHAM (NESSE MOMENTO COM RAZÃO) QUE O CLUBE É O TREM PAGADOR DESSA TURMA TODA !!!

SOMOS 36 MILHÕES DE TORCEDORES.SE 1% SE TORNAR SÓCIO TORCEDOR, O FLAMENGO SE TORNA INDEPENDENTE FINANCEIRAMENTE.



 VAMOS CONTINUAR EM ACEITAR TUDO ISSO PASSIVAMENTE ATÉ QUANDO ???

segunda-feira, 6 de abril de 2015

A.I. 5 ...




O Ato Institucional Nº 5, ou AI-5, foi o quinto de uma série de decretos emitidos pelo regime militar brasileiro nos anos seguintes ao Golpe Civil-Militar de 1964 no Brasil.1

O AI-5, sobrepondo-se à Constituição de 24 de janeiro de 1967, bem como às constituições estaduais, dava poderes extraordinários ao Presidente da República e suspendia várias garantias constitucionais.



Redigido em 13 de dezembro de 1968 pelo então Ministro da Justiça, Luís Antônio da Gama e Silva, o AI-5 entrou em vigor durante o governo do presidente Artur da Costa e Silva como represália ao discurso do deputado Márcio Moreira Alves na Câmara dos Deputados, em 2 de setembro de 1968. No discurso, o deputado propôs um boicote ao militarismo ("Quando não será o Exército um valhacouto de torturadores?"2 ) e solicitou ao povo brasileiro que ninguém participasse das comemorações do 7 de setembro.




Evidente que o decreto também vinha na esteira de ações e declarações pelas quais a classe política fortaleceu a chamada linha dura do regime militar. Ou seja: foi mais um pretexto para implementar medidas defendidas pelos militares desde julho de 1968.

Era o instrumento que faltava para que o regime, concentrado na figura do presidente, cassasse direitos políticos e interviesse nos municípios e estados. Sua primeira medida foi o fechamento do Congresso Nacional, até 21 de outubro de 1969.


Principais determinações do AI-5



Pelo artigo 2º do AI-5, o Presidente da República podia decretar o recesso do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas e das Câmaras de Vereadores, que só voltariam a funcionar quando o próprio Presidente convocasse essas organizações. Durante o recesso, o Poder Executivo federal, estadual ou municipal cumpriria as funções do Legislativo correspondente. No entanto, o Poder Judiciário também se subordinava ao Executivo, pois os atos praticados de acordo com o AI-5 e seus Atos Complementares estavam isentos de qualquer apreciação judicial (artigo 11º).




O Presidente da República podia decretar a intervenção nos estados e municípios, "sem as limitações previstas na Constituição" (artigo 3º).

Conforme o artigo 4°, o Presidente da República, ouvido o Conselho de Segurança Nacional, e "sem as limitações previstas na Constituição", podia suspender os direitos políticos de qualquer cidadão por 10 anos e cassar mandatos eletivos federais, estaduais e municipais.3 Pelo artigo 5°, a suspensão dos direitos políticos significava:

I - cessação de privilégio de foro por prerrogativa de função;

II - suspensão do direito de votar e ser votado nas eleições sindicais;

III - proibição de atividades ou manifestação sobre assuntos de natureza política;

IV - aplicação, pelo Ministério da Justiça, independentemente de apreciação pelo Poder Judiciário, das seguintes medidas:

a) liberdade vigiada;

b) proibição de frequentar determinados lugares;

c) domicílio determinado.



Entretanto, "outras restrições ou proibições ao exercício de quaisquer outros direitos públicos ou privados poderiam ser estabelecidas à discrição do Executivo".

O Presidente da República também poderia, segundo o artigo 8º, decretar o confisco de bens em decorrência de enriquecimento ilícito no exercício de cargo ou função pública, após devida investigação - com cláusula de restituição, caso seja provada a legitimidade da aquisição dos bens.4

O artigo 10º suspendia a garantia de habeas corpus nos casos de crimes políticos ou que afetassem a segurança nacional e a ordem econômica e/ou social.

Durante a vigência do AI-5, também recrudesceu a censura, que estendeu-se à imprensa, à música, ao teatro e ao cinema.



Pra quem acompanha esse "falido" campeonato estadual:

Não se enganem que não irão "aprontar" contra o Flamengo na fase final desse campeonatozinho sem sentido.

NÃO SE ENGANEM MESMO !!!!!  

domingo, 5 de abril de 2015

Bom Senso divulga nota apoiando Fla e Flu, e em defesa ao futebol do Rio...



Por GloboEsporte.com
Rio de Janeiro




O movimento Bom Senso FC divulgou no fim da tarde desta quinta-feira uma nota oficial "em defesa do futebol carioca e brasileiro". O comunicado apoia a dupla Fla-Flu, que vem travando uma batalha contra a Federação de Futebol do Rio de Janeiro, e ainda faz questionamentos ao presidente da entidade, Rubens Lopes, e ao mandatário do bacalhau, Eurico Miranda.

O Bom Senso abre o texto dizendo apoiar os dois clubes contra "as arbitrariedades cometidas" pela Ferj, que não seriam "condizentes com o papel que as federações deveriam cumprir". A entidade segue dizendo ser à favor da existência das federações e que elas têm grande importância para o desenvolvimento do futebol brasileiro, devendo atuar como uma ramificação da CBF, disseminando e aperfeiçoando uma metodologia "ainda inexistente" da Confederação Brasileira de Futebol.

O documento segue dizendo ser contra o calendário que prevê 19 datas aos estaduais, argumentando que esse período corresponde a 25% da temporada, e "gera apenas entre 6% e 15% da arrecadação dos grandes times".

Na sequência, o Bom Senso se vira para Rubens Lopes, presidente da Ferj, e Eurico Miranda, presidente do bacalhau. A entidade contraria o argumento de Rubinho, que alega que o fim do estadual causaria o desemprego de 3 mil famílias, dizendo que ao final dos estaduais, 15 mil famílias ficam desempregadas. E questiona os dirigentes: "O que eles têm a dizer sobre isso?"

A nota termina lembrando as péssimas médias de público dos campeonatos estaduais, inferiores a de países sem expressão no futebol, lembra a reivindicação por um calendário autossustentável, critica o peso de votos das federações na eleição para presidente da CBF e diz que as mesmas falharam nos objetivos de "melhorar a visibilidade e a competitividade do futebol".


Confira a íntegra da nota:

Diante dos episódios recentes do Campeonato Carioca que dominaram os debates do mundo do futebol, o Bom Senso F.C. manifesta sua solidariedade ao Clube de Regatas Flamengo e ao Fluminense Football Club. As arbitrariedades cometidas não são condizentes com o papel que as Federações deveriam cumprir.

Ao contrário do que alguns divulgam, o Bom Senso não é contrário a existência das Federações. Acreditamos que as Federações estaduais têm, teoricamente, um papel fundamental para o desenvolvimento do futebol brasileiro em suas dimensões educacionais e sociais. Para nós, elas deveriam ser a ramificação pela qual a CBF disseminaria e aperfeiçoaria sua metodologia, ainda inexistente, para o fomento e a democratização do esporte, para o desenvolvimento e capacitação dos profissionais da área técnica e de gestão de todo o futebol brasileiro.

Isso não quer dizer que sua participação na organização das competições de atletas profissionais seja preponderante. Está claro que não é por meio dessas competições que essas entidades cumprem sua função primordial, a social. Não concordamos com o modelo atual dos estaduais, com 19 datas. Esse período representa 25% do ano e gera apenas entre 6 e 15% da arrecadação dos grandes times.

Atualmente o Sr. Eurico Miranda e o Sr. Rubem Lopes, críticos circunstanciais, dizem que o fim dos estaduais representa o desemprego de 3 mil famílias. O Bom Senso afirma há 2 anos que a manutenção desse modelo de calendário resulta, ao final dos estaduais, o desemprego de 15 mil famílias por todo o Brasil. O que eles têm a dizer sobre isso?

Também não concordamos que as Federações tenham tanto poder, com a maioria dos votos no Colégio Eleitoral da CBF. Lutamos por mais democracia na eleição da Presidência da CBF - pedra filosofal para a oxigenação do futebol brasileiro e mola propulsora para que as decisões sejam mais técnicas e menos políticas. Defendemos que as entidades de administração desportiva, regionais ou nacionais, sejam mais democráticas e transparentes, com massiva participação dos clubes e dos atletas nos colegiados e conselhos técnicos.
Reivindicamos e propusemos uma fórmula de calendário que ofereça estabilidade de emprego a todos os profissionais do futebol e previsibilidade das datas dos jogos durante o ano todo, para que se permita aos clubes do interior conquistarem sua autossuficiência.

A média de público dos estaduais brasileiros é mais baixa que a de países como Vietnã, Uzbequistão e Israel. Os clubes e as novas arenas acumulam déficits, ao passo que a arrecadação das federações aumentou 25% de 2012 para 2013. Vemos ainda que 1/3 dos seus presidentes estão há mais de 20 anos no poder.

O objetivo de todas as entidades de administração do futebol brasileiro - além das dimensões sociais e educacionais – deve ser melhorar a visibilidade e competitividade do futebol que administram. Infelizmente, em todas esses aspectos as Federações estaduais fracassaram.

Bom Senso FC,
por um futebol melhor para todos.



segunda-feira, 9 de março de 2015

Final Four: vendas abertas para sócios-torcedores e Anjos da Guarda



Se você é Sócio-torcedor do Flamengo ou um dos Anjos da Guarda Rubro-Negros, já pode comprar online seu ingresso para jogar junto com o Orgulho da Nação no Final Four da Liga das Américas de basquete, em que o Flamengo tentará o bicampeonato da competição. Para garantir seu lugar nos jogos, clique aqui para ir à página do Guichê Web e comprar o seu lugar, com direito à meia-entrada.

Associados do clube podem comprar suas entradas em guichê exclusivo na sede da Gávea a partir desta segunda-feira (09.03), das 10h às 19h. Para o públic




o em geral, as vendas serão abertas apenas na próxima terça-feira (10.03), a partir das 16h. O Maracanãzinho abre apenas na quarta-feira (11.03). As gratuidades estarão disponíveis para o setor da arquibancada.

O Final Four acontece no próximo fim-de-semana, no Maracanãzinho. No sábado, às 20h15, o Flamengo enfrenta pela semifinal os mexicanos do Pioneros Quintana Roo. Quem se classificar enfrenta no dia seguinte na decisão o vencedor de Bauru x Peñarol (Argentina). Na última edição, a torcida rubro-negra apoiou do primeiro ao último minuto e foi decisiva para a conquista inédita. Graças ao título, os rubro-negros puderam disputar - e vencer - o título Intercontinental contra o Maccabi Tel Aviv, campeão europeu.

É possível comprar ingressos para apenas um dos dias da competição ou o pacote para assistir à semifinal e final. Confira os preços:




Combo (Primeiro jogo + final):

Cadeira de quadra
Inteira: R$800
Meia-entrada: R$ 400

Cadeira inferior (par e ímpar)
Inteira: R$160
Meia-entrada: R$80

Cadeira especial
Inteira: R$160
Meia-entrada: R$80

Arquibancada Nível Superior
Inteira: R$80
Meia-entrada: R$40



Flamengo x Pioneiros (Bauru x Peñarol)

Cadeira de quadra
Inteira: R$400
Meia-entrada: R$ 200

Cadeira inferior (par e ímpar)
Inteira: R$80
Meia-entrada: R$40

Cadeira especial
Inteira: R$80
Meia-entrada: R$40

Arquibancada Nível Superior
Inteira: R$40
Meia-entrada: R$20

Final LDA e disputa do terceiro lugar

Cadeira de quadra
Inteira: R$600
Meia-entrada: R$ 300

Cadeira inferior (par e ímpar)
Inteira: R$120
Meia-entrada: R$60

Cadeira especial
Inteira: R$120
Meia-entrada: R$60

Arquibancada Nível Superior
Inteira: R$60
Meia-entrada: R$30

Ingressos de Meia Entrada: Podem ser comprados por estudantes do 1o, 2o e 3o Grau (Lei Estadual 4.816/2006), Menores de 21 anos (Lei Estadual 3.364/2000), Maiores de 60 (Sessenta) anos (Lei Federal 10.741/2003),

Professores da Rede Pública de Ensino (Lei Municipal 3.424/2002) e Portadores de Necessidades Especiais(PNE) (Lei Estadual 4.240/2003).




Confira os pontos de venda:

Maracanazinho
Mata Machado: 11 e 12.03 - 11h às 18h30
Bilheteria 1: 13.03 - 11h às 17h
14 e 15.03 - 11h às 18h30

Sede da Gávea
Rua Borges de Medeiros s/n – Lagoa.
Bilheteria exclusiva para sócios: 09.03 a 14.03 - 10h às 18h
Bilheteria para torcedores: 10.03 - 16h às 18h
11 a 14.03 - 10h às 18h

Estádio Caio Martins em Niterói - Rua Presidente Backer s/n – Icaraí – Niterói*.
Bilheteria: 10.03 - 16h às 18h
11 a 14.03, das 10h às 18h
*Ponto de venda com aplicação de Taxa de Conveniência de 10%.

Via Parque Shopping - Avenida Ayrton Senna, 3.000 – Barra da Tijuca*.
Loja South: 10.03 - 16h às 18h
11 a 14.03, das 10h às 18h
*Ponto de venda com aplicação de Taxa de Conveniência de 10%.

terça-feira, 3 de março de 2015

A Nação está em festa !!! 62 anos do Rei !!!




PARABÉNS AO REI !!! 




62 ANOS !!!




A NAÇÃO ESTÁ EM FESTA !!!





ENQUANTO ISSO, OS NOSSOS "CO- IRMÃOS" POR EXEMPLO, POSSUEM (OU POSSUÍAM) COMO "ÍDOLOS", PRESIDENTES DE PLANO DE SAÚDE E OUTRAS BIZARRICES ...

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Texto publicado ontem do Olhar Crônico Esportivo ...



O bom e diferente momento do Flamengo


O Clube de Regatas do Flamengo vive um bom momento, apesar de não ter título nenhum estampado em faixas nos peitos dos torcedores. É bom e especial porque, apesar de estar sem títulos no gramado, o clube também está sem títulos protestados ou cobrados judicialmente a toda hora (os títulos desse parágrafo são uma generalização para dívidas, cobranças, arrestos, penhoras e títulos propriamente ditos).






Um momento diferente, muito diferente, quando comparado ao que se viu nos últimos dez anos, principalmente. Diferentes pessoas, de torcedores a jornalistas e jogadores, passam uma imagem positiva do clube. Seus dirigentes fecham bons contratos de patrocínio e elaboram um orçamento com receitas operacionais que, concretizadas, serão um marco em nosso futebol. Ao mesmo tempo, ninguém fala em contratar Lionel Messi ou tirar Neymar do Barcelona ou outra loucura do gênero, como, exagerando só um pouquinho, ouvimos muitas vezes no decorrer desses anos.

Por outro lado, é bom recordar que declarações próximas disso apareceram, um pouco timidamente, há menos de um ano, o que mostra que o momento bom e especial não está livre de chuvas & trovoadas, não está consolidado politicamente.

A atual gestão rubro-negra continua seguindo o que se propôs desde o início: sanear o clube economicamente.  Criar condições para voltar a crescer, só que sobre bases sólidas e não mais sobre fantasias ou sonhos megalômanos. O que foi complicado e ainda é um pouco, porque todo torcedor é um megalômano, alguns um pouco mais, outros um pouco menos.

Sanear uma entidade econômica e financeiramente, qualquer que seja ela, é sempre tarefa tão antipática quanto difícil. Despesas têm que ser cortadas, gostos não podem e não devem ser atendidos, sonhos precisam ser postergados. Por mais que o açougueiro acene com linda peça de filé, dizendo, de forma tentadora, “pode pegar, pague quando puder”, a disciplina exige que não se saia do arroz com feijão básico, talvez com uma linguicinha frita. E olhe lá, sem exagerar na quantidade.






O receituário de gastar menos do que ganha e destinar boa parte do que se ganha para pagar dívidas e criar um novo ambiente propício aos investimentos e ao crescimento, é sempre mal visto, muito criticado e, nos casos de países, levam multidões às ruas e, não raramente, à queda de governos comprometidos com a austeridade.

Vimos muito disso nas últimas décadas, em todo o mundo, e continuamos vendo. De forma quase invariável, depois que um governo – a duras penas e se desgastando em termos de imagem – consegue equilibrar a economia e acertar as contas, a população cede aos cantos e encantos de quem promete mundos e fundos e... Manda para casa a turma que arrumou tudo. A nova equipe que “tudo de bom” prometeu entra já festejando... E gastando.

Tempos depois volta o fantasma da falta de recursos, do crescimento nulo ou negativo, volta a crise, volta a desesperança.

Sim, temos visto isso em países, temos visto isso em estados, temos visto isso em clubes de futebol, ainda que pouco, pois poucos clubes deram-se ao trabalho de se corrigirem, de se reinventarem.







Nos últimos dias colecionei algumas notícias envolvendo muitos de nossos maiores clubes. Vejam uma amostra, em ordem alfabética:

Investidores contratam jogador para o Atlético Mineiro, mas essa ação gera descontentamento no elenco, que está com salários atrasados.

Corinthians, sem caixa, recorre a auxílio de agente para contratar jogador.

Cruzeiro contrata Leandro Damião por empréstimo, mas o salário do novo atacante inflaciona a folha e pode gerar descontentamento no elenco.

Sem o parceiro Unimed, Fluminense pode sofrer desmanche ainda maior.

Grêmio tenta se desfazer de jogador caro e improdutivo; pagar caro pela rescisão do contrato é mais barato que mantê-lo na folha de pagamento.

Internacional espera investidor para contratar garoto uruguaio.

Santos tem salários atrasados e telefones cortados – o dinheiro falta; e ainda terá que bancar 150 mil mensais para manter Leandro Damião “fora” de sua folha de pagamentos.

São Paulo gasta fortuna mensal – bem mais de 2 milhões de reais – com jogadores encostados no clube ou emprestados para outros.







Quando fazia essa coletânea no final do mês passado e começo deste, reparei que o Flamengo não aparecia. Procurei um pouco mais e só encontrei as notícias de praxe, mas nada desproposital. Creio que pela primeira vez desde que acompanho mais a fundo essa área. Ontem mesmo, Paulo Vinicius Coelho em sua coluna na Folha de S.Paulo,  abordou esse ponto e outros e repercutiu bastante.

Ainda em meados do mês passado, o GloboEsporte.com publicou uma excelente matéria com um panorama das finanças de nossos clubes – veja aqui. Na parte referente ao Flamengo dois pontos chamam a atenção: o valor destinado ao pagamento de dívidas e a inexistência de espaços no uniforme para novos patrocínios. Quando vamos para o detalhamento do clube (aqui), aparece, enfim, algo das antigas declarações: o clube planeja investir R$ 30 milhões em contratações, a maior parte (dois terços) conseguida via empréstimo. Nesse momento não chega a trazer preocupação, justamente pelo comportamento já apresentado pela direção.







Claro que nem tudo são flores. Essa mesma direção pisou feio com André Santos e, por coincidência, duas vezes. A primeira ao escalá-lo sem condições de jogo, livrando-se da Série B por sorte. E, depois, ao praticamente demiti-lo, cedendo a pressões de bandos organizados que chegaram a agredir o jogador. Dois erros que jamais poderiam ter ocorrido.
No futebol, erros e acertos em contratações são comuns e é difícil acertar sempre. Desde que loucuras não sejam feitas, uma boa gestão sobrevive às contratações erradas, a um ou outro gasto exagerado. O problema é quando isso se torna rotina. Ou quando a folha salarial explode. É uma loucura absolutamente injustificável um jogador no Brasil ganhar meio milhão ou mais de reais por mês! E, infelizmente, temos visto muitos casos nessa linha. A probabilidade é que a maior parte venha a gerar problemas para seus clubes.







No geral vai bem a gestão de Bandeira de Mello e seus companheiros. Esse ano, porém, será decisivo e muito dependerá da torcida e dos eleitores rubro-negros.
Se o time de futebol não se comportar como sonham e exigem muitos torcedores, conseguirá a gestão correta e “chata” ser vitoriosa?

Os sócios-torcedores (que não têm direito a voto) continuarão mantendo seus pagamentos e fazendo uma enorme diferença para o clube?

Mesmo se acontecer de não disputar títulos, a torcida comparecerá ao estádio, mantendo a receita no alto?

Fazer a coisa certa para o clube no presente e no futuro será o suficiente para manter a gestão de Bandeira de Mello?

Esse ano de 2015 promete ser muito interessante e não só no futebol.

domingo, 4 de janeiro de 2015

O novo Flamengo ...





Pagando dívidas e com salários em dia, a Gávea virou um bom lugar para se trabalhar no futebol

HÁ DOIS meses, o agente de jogadores Eduardo Uram fez uma observação importante sobre o futuro dos clubes brasileiros: "Ninguém está prestando atenção, mas daqui a dois anos o Flamengo será muito forte". Sua percepção era de que o rubro-negro está pagando dívidas e salários em dia. Diferentemente de outras épocas --e de outros clubes--, a Gávea virou um bom lugar para se trabalhar.

A contratação do atacante Marcelo, do Atlético-PR, confirma a teoria. É o melhor negócio do verão. Marcelo era pretendido por todos os grandes clubes do Brasil e confiou no Flamengo.

Parece incrível, mas o Flamengo de hoje é bom pagador.

A outra razão para o Flamengo ser o destino de Marcelo, em vez do São Paulo, do Corinthians ou do Cruzeiro, é a participação do fundo de investimentos Doyen, o mesmo parceiro do Santos para comprar Leandro Damião. A sociedade provocou comparações entre o fiasco santista com Damião e a dívida que restará ao Flamengo se Marcelo não emplacar.



Há diferenças fundamentais.

Damião era um jogador em declínio, autor de 38 gols em 2011 e de apenas 13 em 2013. Pelo Santos, foram onze gols em 44 partidas. Marcelo tem 23 anos, pode aprimorar suas finalizações, mas é um jogador em crescimento.

Se não vender Damião em três anos, o Santos terá de pagar R$ 40 milhões à Doyen. O Flamengo terá de reembolsar R$ 13 milhões ou vender Marcelo. A quem critica a hipótese da venda vale lembrar que seria também o destino provável de qualquer revelação da Gávea, com ou sem sócio.




Mas a sociedade com a Doyen é um símbolo, por mais extrativista que seja o fundo de investimento do português Nélio Lucas. O Flamengo hoje encontra sócios e atrai jogadores. Está de volta ao mercado.

A visão dos jogadores e empresários sobre os clubes muda rápido. Logo depois de romper com a MSI, em 2007, o Corinthians não era atraente. No fim de 2008, representava a perspectiva de participar de um projeto vencedor. Ronaldo Fenômeno topou o desafio.

Hoje, há empresários negociando com o Palmeiras, porque Paulo Nobre paga em dia. O Corinthians segue sendo um destino atraente, mas não tão seguro quanto era há três anos.




O São Paulo negocia a compra do atacante Dudu e oferece 30% do contrato à vista. O Corinthians tinha a faca e o queijo na mão, mas não o dinheiro. Seu desejo é pagar a primeira parcela somente em maio.
Em 2011, quando os clubes negociaram individualmente os contratos de TV e os acordos deixaram Corinthians e Flamengo muito acima dos demais, apostava-se que o clube paulista poderia se tornar hegemônico --o Flamengo sofria com suas dívidas e os outros recebiam muito menos dinheiro de TV.




Quatro anos depois, os empresários, os fundos de investimento e os jogadores sinalizam apostar no contrário. O Flamengo virou um clube sério...

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

É... parece que o "circo armado em 2013" para livrar um certo time de (mais um) rebaixamento, está começando a cair...



CBF quer mudar regulamento que prejudicou Flamengo







Parece que acordaram e reconheceram o erro, ainda que não o tenham corrigido. Tanto que a CBF quer mudar , através do Regulamento Geral de Competições (RGC) de 2015, o procedimento no cumprimento de punições disciplinares impostas pelo STJD. E tudo porque a entidade causou um conflito entre o novo dispositivo e uma resolução federal: o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que norteia as ações da corte desportiva. Lembrou do caso do André Santos, no fim de 2013? Pois é!

Querendo acabar com casos iguais ao do lateral-esquerdo André Santos, em 2013, a CBF estipulou no artigo 62 do RGC que "quando ao final de uma competição uma penalidade de suspensão por partida aplicada pelo STJD ao atleta restar pendente, tal pena deverá ser cumprida obrigatoriamente na primeira competição subsequente, a ser iniciada, excluídas as competições em andamento, dentre aquelas coordenadas pela CBF".

Ou seja, se um jogador cometer uma infração, por exemplo, no segundo jogo da final da Copa do Brasil (ou na partida de eliminação) e for punido pelo STJD, o cumprimento terá que se dar em uma disputa ainda não iniciada. E não sendo possível "puxar" esse gancho para o Brasileiro, caso ele já tenha começado, como ocorreu com o então lateral do Flamengo.

A questão é que o CBJD, em seu artigo 171, continua o mesmo e é ele que embasa quando as punições dadas pelo STJD devem ser cumpridas nos casos em que a competição na qual houve a infração já acabou.

- Vai ter um conflito. A procuradoria vai apontar isso, vamos enviar um documento à CBF nos próximos dias - avisou o procurador-geral Paulo Schmitt, ressaltando que o prazo para alterações no regulamento é sexta-feira.

O pensamento do Flamengo estava certo e agora a CBF dá o braço a torcer.

Com ajuda do Lancenet.


Ou seja ...




Será que "irão pagar a dívida" em 2015 ???