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quinta-feira, 14 de março de 2013

Nossa História em 2 Minutos ..

As vezes um vídeo descreve melhor e com mais eficiência do que 100.000 palavras ...




Autor: Leomagamon

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Ligações, convite para intercâmbio e até reforços: como o Flamengo se apoia no 'guru' do Barcelona para superar o Corinthians

Por Marcus Alves, do ESPN.com.br
Alexandre Vidal/Fla Imagem
Zico conversa com Eduardo Bandeira de Mello e Wallim Vasconcellos na Gávea
Zico conversa com Eduardo Bandeira de Mello e Wallim Vasconcellos na Gávea
 
 
“Tomara mesmo que isso aconteça”.

Foi o que ouviu a nova diretoria do Flamengo, em novembro do ano passado, ao encontrar na feira de futebol Soccerex, no Rio de Janeiro, o CEO do Manchester City, Ferran Soriano, e fazer uma brincadeira a respeito de seu livro “A bola não entra por acaso”.

“Todo mundo no Flamengo leu. Estivemos com ele na Soccerex e falamos que a gente seria responsável por escrever o volume 2 com a história rubro-negra”, conta o vice de futebol do clube, Wallim Vasconcellos, ao ESPN.com.br.

Uma espécie de manual de gestão e bíblia dos dirigentes esportivos, “A bola não entra por acaso” revela bastidores da passagem de Soriano pelo Barcelona, entre 2003 e 2008, no processo de reconstrução do clube que enfrentava dificuldades financeiras e conseguiu retomar o caminho das glórias. Fluente no idioma português, o diretor executivo do City surpreendeu a cúpula do Flamengo pela simplicidade no trato.

Desde então, os contatos entre as partes não pararam.

“Até cheguei a falar com ele em outras duas oportunidades. É um cara ótimo, super acessível, fala português, não tem o que dizer”, comenta Wallim.

Nas conversas entre o vice de futebol e o dirigente do Manchester City, consultas para conduzir o time rubro-negro de volta à rota de títulos e, assim, superar com o passar do tempo aquele que a nova direção enxerga como o grande rival no País, o Corinthians.

“A partir da queda para a Série B, eles fizeram diversas reformas e tomaram um caminho para a profissionalização como clube que deu no que deu. A gente está seguindo algo semelhante nesses primeiros meses, procurando trabalhar na mesma linha. Então, a gente vai chegar e vai passar o Corinthians”, provoca Wallim.

A admiração que existe por Zico, uma das grandes figuras por trás da eleição da diretoria, é quase na mesma intensidade da compartilhada por seus membros para com Ferran Sorriano. Eles não negam o papel de guru do executivo responsável pelo sucesso do Barcelona na última década. Ligações, convites para intercâmbio e estreitamento de relacionamento são movimentos presentes na ainda incipiente, mas promissora aproximação com o dirigente.

Conversei com ele para pedir sugestões. De repente, fazemos um intercâmbio com o City. Eles nos convidou para ir até Manchester e conhecer o clube. Quando estivermos na Europa, vamos respondê-lo. É sempre bom ter uma relação legal”, afirma o vice rubro-negro. “Toda vez que eles tiverem um jogador no banco e quiserem rodar, podem mandar para cá. Se tiverem interesse nos nossos também. Por isso que você tem que ter uma boa relação com todo mundo e abrir portas a pessoas que fazem as coisas corretas, como a gente está assumindo para fazer”, completa.

No processo de retomada, inspirado no livro “A bola não entra por acaso”, são dois os pilares na Gávea.

“São dois os pontos que vejo como importantes, que vão tirar o Flamengo dessa situação: a torcida e a divisão de base. Duas coisas que a gente vai investir pesado. Base é a maneira de revelar craques, coisa que a gente fazia no passado e parou. E torcida, pela sua dimensão nacional, o Flamengo tem em qualquer lugar. Estava comentando que vai ter Flamengo e Santos em Brasília. Você pode ter certeza que 80% do estádio será Flamengo, vamos jogar em casa. Mas o Flamengo trata muito mal sua torcida”, conclui.


quarta-feira, 6 de abril de 2011

O dia em que Pelé vestiu o Manto Sagrado ...



32 anos




6 de abril de 1979



No dia 6 de abril de 1979, aos 39 anos de idade, Pelé vestiu a camisa do Flamengo no maracanã. O Flamengo enfrentou o Atlético Mineiro cuja renda foi revertida para as vitimas das enchentes de Minas Gerais. Com a presença de Pelé, a renda chegou a CR$ 8.781.290,00 e um publico de 139.953 pagantes.



Pelé realizou duas tabelas com Zico relembrando seus tempos com Coutinho. Apesar disso, foi o Atlético que saiu na frente através de um gol de Marcelo. O empate do Flamengo foi de pênalti e cobrado por Zico. No segundo tempo Luizinho entrou no lugar de Pelé. No final, o Flamengo venceu por 5x1. Zico fez mais dois gols, ficando para Luizinho e Cláudio Adão os outros gols. 




O Flamengo jogou com Cantarele. Toninho. Rondinelli (Nelson). Manguito e Junior. Andrade. Carpegiani (Ramirez) e Zico (Cláudio Adão). Tita. Pelé (Luizinho) e Julio Cesar (Reinaldo).
 
O Atlético Mineiro com João Leite. Alves. Osmar. Luizinho e Hilton Brunis. Cerezo. Marcelo (Carlinhos) e Paulo Isidoro. Serginho (Pedrinho). Dario e Ziza (Vilmar).




 E este jogo fica na memória, pois foi uma das poucas vezes em que o Zico não jogou profissionalmente com a camisa 10 do Flamengo ... 



Alguém saberá informar qual foi o número que ele usou ?

Repostas em comentários do blog.
 

sexta-feira, 25 de março de 2011

Não querendo ser "advogado do diabo" ...



Pensamento muito interessante e de extrema realidade (serve para todos os grandes clubes do futebol brasileiro):


O que o Adriano precisava era de um Telê Santana. Hoje os técnicos ganham fortunas e não querem resolver problemas.  

Então, por que ganham tanto?

Alexandre Fernandes - Magia Rubro Negra



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Resultados vão dizer se estamos certos', diz Veloso sobre Adriano

Diretor do Flamengo não se importa com acerto do Imperador com o Corinthians e usa história de Felipão com Romário em 2002 como exemplo 

 

Por Janir Júnior e Richard Souza Rio de Janeiro


vanderlei luxemburgo e luiz augusto veloso no treino do flamengo (Foto: André Durão / Globoesporte.com) 
Veloso e Luxemburgo no treino do Flamengo
(Foto: André Durão / Globoesporte.com)


O acerto verbal de Adriano com o Corinthians gerou reações diversas dos torcedores, a maioria contrária à decisão da diretoria do Flamengo e do técnico Vanderlei Luxemburgo, que decidiram não trazer o atacante de volta para o clube. O diretor-executivo de futebol do Rubro-Negro, Luiz Augusto Veloso, reiterou que o Imperador não se encaixava no projeto que o clube adotou, destacou que somente o tempo dirá se a decisão foi acertada e lembrou o caso de Luiz Felipe Scolari, que foi contra o clamor popular, deixou Romário fora da Copa do Mundo de 2002 e conquistou o título.

- Não tem jeito, é a vida (a reação de parte da torcida que era a favor de Adriano). Não tenho nada contra a pessoa, mas temos um projeto traçado. Os resultados vão mostrar se estamos certos. O Felipão, por exemplo. Quando ele não convocou o Romário para a Copa de 2002 viveu meses de crise e pressão. Ele achou que ele não devia ir, foi a opinião do Felipão. Acabou que ele foi campeão.

Comparar com a Seleção Brasileira, porém, dá brecha aos dois lados da moeda. O próprio treinador rubro-negro tem um exemplo inverso. Em 2000, Luxa também deu de ombros para o apelo popular, não convocou Romário para as Olimpíadas de Sidney e foi eliminado nas quartas de final por Camarões. A equipe, curiosamente, tinha Ronaldinho. No desembarque, o treinador foi hostilizado por torcedores aos gritos de "burro". Uma semana depois, presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o demitiu.  

Há quanto tempo não se ouve falar de indisciplina no Flamengo?"

Luiz Augusto Veloso

A hostilidade ao treinador teve eco na internet. No perfil oficial do clube no Facebook há centenas de comentários criticando a opção de Luxemburgo e Veloso e exigindo a volta de Adriano. Uma pequena minoria, no entanto, entende que as indisciplinas do Imperador foram suficientes para a porta fechada que encontrou.

Diante da pressão que se avizinha, a cúpula rubro-negra sabe da necessidade de reforçar o ataque. Vanderlei aposentou o esquema sem centroavante e escalou o xará Wanderley nos últimos dois jogos e no coletivo desta quinta. Mas há a necessidade de um goleador que faça a maior torcida esquecer do Imperador. Vagner Love é o nome dos sonhos, só que o clube não fez proposta ao CSKA e tampouco ao jogador.

Veloso garante que a cúpula de futebol está atenta ao mercado, seja de atacante, lateral ou outras posições consideradas carentes.

- Temos sempre aspiração de ser protagonistas das competições que disputamos. Seguiremos nossa coerência. Mas tratamos a questão internamente, como nas negociações de Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves. Nosso objetivo é deixar o elenco sempre o mais competitivo.


Competitividade esta que só vale se for aliada ao bom comportamento. Luiz Augusto Veloso avisa que no Flamengo atual não há espaço para falta de profissionalismo.

- O Diego Maurício cometeu um pequeno deslize ao se atrasar em dois treinos, foi cortado de um jogo e entendeu. Mas há quanto tempo não se ouve falar de indisciplina no Flamengo?


 NOTA:

 Luis Augusto Veloso quando foi presidente do Flamengo

 Fonte: flaestatística




Mandatos : 1993 - 1994

Histórico e fatos marcantes: 

Um dos integrantes da lista dos 5 piores presidentes. 

 Na sua administração o bacalhau conquistou o até então inédito tricampeonato carioca, em 1992-93-94. Isso, devido aos times fracos do Flamengo montados por ele e por um fator determinante: em 1990 o Flamengo havia conquistado a Copa São Paulo de Juniores com uma geração de ouro. Figuravam nomes tais como Marcelinho, Djalminha entre outros, que nos anos anteriores, quando Marcio Braga era presidente, foram aproveitados no time principal e conquistaram o campeonato carioca de 1991 e o campeonato brasileiro de 1992. 




Porém, quando Veloso assumiu em 1993, resolveu seguir a filosofia de Gilberto e contrariando o slogan de Marcio Braga, vendeu toda a geração a preço de banana. Todos estes craques que foram vendidos, se consagraram em outros clubes, os levando a títulos de grande importância e nunca conquistados em suas respectivas histórias, tais como o Corinthians bicampeão brasileiro 97/98 com Marcelinho arrebentando, vários títulos paulistas e campeão da Copa do Brasil de 1995.


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Lorran mostra habilidade e se destaca no time titular do Flamengo

Convocado para a Seleção sub-18, volante surpreende no coletivo, recebe elogios de Ronaldinho e Maldonado e vibra com a chance no profissional

Por Breno Dines Rio de Janeiro


Caneta em Darío Bottinelli, tabelas com Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho. Lorran está à vontade no time profissional do Flamengo. Em menos de um ano, o capitão da equipe campeã estadual juvenil conquistou a Copa São Paulo de Futebol Júnior, pulou etapas e, na tarde desta quinta-feira, foi titular durante todo o coletivo do time que se prepara para o duelo contra o Madureira, domingo, às 16h, pela quinta rodada da Taça Rio .

Ao lado de Rafael Galhardo, o volante de 18 anos foi a primeira escolha de Vanderlei Luxemburgo para as vagas de Renato Abreu e Willians, suspensos. O desempenho do garoto, que vai representar o Brasil na 11ª Copa Internacional do Mediterrâneo, em Barcelona, não só agradou, como rendeu elogios de Ronaldinho Gaúcho e de Maldonado.

- É um jogador de muita qualidade, vimos na Copa São Paulo, se destacou bastante no time do Flamengo e é um menino de muita técnica, muito bom, ele sabe jogar. Queremos que ele bote tudo aquilo que sabe fazer de bom em função do time - disse Maldonado.

terça-feira, 1 de março de 2011

Texto de Alexandre Fernandes do Magia Rubro Negra...


A nossa conhecida Taça GB

Segunda, 28 de fevereiro de 2011 por Alexandre Fernandes | tag Flamengo, R10, Taça GB




A 19ª Taça GB é do Flamengo. Aliás, as Taças GB, ao saírem do molde, sofrerem os últimos retoques e receberem o polimento final, costumam se encaminhar para a Gávea. Só mudam de rumo muito eventualmente, forçadas e bastante contrariadas, pois alegam terem sido criadas para enfeitar a sala de troféus rubro-negros. A 19ª ficou especialmente feliz. 

Desde o início, teve como a sua maior estrela um dos maiores jogadores da história do futebol mundial. O tradicional glamour que enciuma outros campeonatos foi potencializado pela presença de um astro internacional, um fora de série que o mundo inteiro reverencia. E agora, vestindo o Manto Sagrado, jogando no Mais Querido, aclamado pela Imensa Nação e vivendo no Rio de Janeiro, ele está muito mais à vontade. Seria falso dizer que o R10 arrebentou na final, como não ocorreu ainda em outro jogo. Porém, a aura de super-craque, o toque de classe nos lances em que participa e forma como ele decidiu a partida são suficientes para mostrar o acerto de sua contratação. A cobrança perfeita da falta que nos garantiu o título relembrou o Zico, talvez um pouco mais o Pet. A perfeição da trajetória da bola foi tamanha que, ao sair dos pés do craque, já sabíamos o inexorável destino do fundo do barbante. Ele mesmo, e alguns jogadores, comemoraram antes. Uma obra-prima de um jogador diferenciado.

  


Dali em diante a festa aumentou e o tempo pareceu ficar paralisado, esperando apenas o derradeiro apito da arbitragem. Eu e aqueles outros milhares de torcedores, que presenciamos o fato no estádio, teremos guardado na memória a incrível curva da bola a caminho do gol. A 19ª Taça GB, experiente enamorada de nossos feitos, também. Ela ficou mais resplandecente ao ter como protagonista um artista capaz de um lance tão genial. Ela passou a ocupar, a partir das 18:30 de ontem, manchetes do mundo inteiro. Ao falarem do R10 e da conquista do Flamengo, os jornais mundiais citaram-na repetidamente. 

Calcio - Calcio Estero Ronaldinho, gol alla Zico: si festeggia con il trenino

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Flamengo: "O meu objectivo é regressar à selecção" - Ronaldinho




É quando a Taça GB se rejubila de escolher esse destino repetidas e incontáveis vezes. Através de nossa divulgação ela se torna mais famosa, mais charmosa, mais cobiçada. Ela é querida como a Baía do mesmo nome, como o estado que não deveria ter mudado de nome, como a cidade que não tem o seu nome mas se orgulha de sediar o evento. Depois de ser levantada por quem a arrebatou, passou de mão em mão entre os coadjuvantes, como de praxe. Até se permitiu tocar por quem não tinha esse direito, hábito menor dos oportunistas. Lá de cima, na arquibancada, eu mais parecia ter os catorze anos da primeira Taça GB que comemorei. Cantava como criança, acompanhando tudo com os olhos marejados. Emocionado como sempre, apesar dessa 19ª vez que gritei "É Campeão!" para recepcioná-la. Ao longo de décadas, seu formato nem sempre foi mesmo, provavelmente porque o tempo faz com ela o que faz conosco. Mudamos a cada ano, mesmo quando não percebemos. 

Não há dúvida de que foi por Magia que lá estive para cortejá-la de novo. E voltamos todos para casa mais felizes: R10, a Taça GB e a Imensa Nação. Entre eles, fiz o trajeto esquecido de todos os problemas e tentando saborear ao máximo. Novamente, de tantas que perdi a conta, me flagro constatando ser impossível explicar essa felicidade. Só experimentando.

MAGIA NELES!
 
EQUIPE Magia Rubro Negra
 
alexandrecpf@magiarubronegra.com.br
 
TWITTER: @alexandrecpf


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