
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Concurso Mulheres Rubro Negras ...
No Dia Internacional da mulher, o Clube de Regatas do Flamengo inova mais uma vez e anuncia uma grande promoção só para elas.Trata-se do concurso ‘Mulheres Rubro-Negras’, que terá início nesta segunda- feira (08.03), às 18h, e se encerrará no dia 22 de março de 2010, às 18h.
Para participar, as torcedoras precisam enviar uma foto demonstrando todo seu amor pelo clube ara o e-mail siteoficial@flamengo.com.br. As oito melhores serão premiadas com uma camisa pólo, rubro-negra, Olympikus. A apuração do concurso será feita entre os dias 23 e 24 de março e a divulgação dos vencedores será feira no dia 25 de março, a partir de 12h.
Vale ressaltar que as fotos com definição acima de 1mb estarão automaticamente fora do concurso, conforme o regulamento da promoção.
O Clube de Regatas do Flamengo agradece o apoio do Departamento de Marketing e Olympikus pelo concurso realizado para a torcida flamenguista!
quarta-feira, 17 de março de 2010
HOJE TEM !!!
Texto da Coluna "Rio acima" do Jornal do Brasil - Rio de Janeiro ...
Perversidade contra dois jogadores de futebol
15/03/2010 - 20:38
por
Primeiro, pegaram Adriano Imperador, craque do Flamengo e da Seleção Brasileira, para Cristo. O motivo? Ele teve uma briga pública com a noiva numa favela. Na favela onde nasceu e foi criado, diga-se, até descobrir que o destino lhe havia sorteado uma megasena, dando-lhe o dom de jogar bem o futebol.
Adriano _ ou melhor, sua vida particular _ virou manchete. Como se fosse o único ser humano famoso e rico a se envolver em barracos. Quantos barracos de atrizes de novela, diretores de cinema, políticos e empresários a grande imprensa deixou debaixo do tapete nas últimas décadas?
Não era conveniente publicar... ainda mais na base do "ouvi dizer"
Mas, como se trata de um negro com pouco estudo, a execração pública está liberada. Afinal, se Deus não fosse camarada com ele, Adriano estaria numa esquina dessas defendendo o almoço do dia como flanelinha. Ou dando duro debaixo do sol como auxiliar de pedreiro. Ou até montando guarda numa boca-de-fumo com uma arma na mão. Quem saberá qual teria sido seu destino? Adriano é rico hoje, mas ainda é um favelado sobre quem achamos que podemos tripudiar ao menor escorregão. Adriano escorrega, nós não.
No último domingo, um jornal publicou que o craque promove festas de arromba com prostitutas e animais. Isso mesmo, animais. Se for mesmo verdade (porque o jogador deveria superar seu complexo de vira-lata e ir à Justiça para que provem isso), só quem deve se preocupar é a Sociedade Protetora dos Animais. Nào há uma declaração assumida na suposta reportagem. Acusam Adriano de promover aberrações, mas ninguém tem coragem de dar o próprio nome. "Dois jogadores", diz o texto, contaram a história ao repórter. "Um empresário" confirmou. Isso é o bastante para atacar a hora de uma pessoa? Uma boa fofoca? Hoje, no Brasil, é.
A vida privada de Adriano, por mais estranha que possa ser, não é mais dele, é de todos os brasileiros, que, parece, nada têm de mais importante com que se preocupar.
Ah, têm sim, o Big Brother Brasil...
No domingo à noite, foi a vez de Vágner Love, outro jogador do Flamengo, ser pregado na cruz. Filmaram o rapaz chegando a uma favela em meio a traficantes armados. Descobriram a pólvora? Ninguém sabia que na maioria das comunidades ainda reina o crime organizado? Agora, vão chamar o Vagner Love para depor (porque alguns adoram entrar na onda da TV). Teve um engravatado que apareceu na televisão dizendo que o jogador não deveria frequentar aqueles lugares. Poxa, mas ele nasceu ali, ali estão seus parentes, seus amigos de infância. Alguns viraram bandidos, a maioria não. Ali na Rocinha estão suas raízes. Fazer o quê?
Queriam que o atacante desarmasse os criminosos? Queriam que ligasse para a polícia e dissesse que estava cercado por traficantes? Se o delegado o chamou para depor, tem que exigir explicações também de todos os moradores da comunidade, que convivem com aquela realidade diariamente. E dos políticos, que, em época de campanha, sobem morros após seus assessores negociarem com as quadrilhas o salvo conduto.
Hipocrisia, preconceito acusar apenas os jogadores, que, pelo menos, não estão ali para fazer demagogia e pedir voto.
Quando Vágner Love nasceu, já cantavam na Rocinha os fuzis e metralhadoras. A polícia sabe disso há décadas, não precisa convocar o artilheiro para se informar.
Onde estava o delegado que convocou Love para depor quando Michael Jackson teve que pedir permissão aos traficantes do Santa Marta para gravar um clipe no alto do morro? Aliás, quem fez a segurança da equipe de Jackson e do diretor Spike Lee lá em cima foram os traficantes, como a mídia cansou de noticiar na época...
Mas Vágner Love é um negro brasileiro, mais negro que Adriano. Tem dinheiro, mas não tem berço nem sobrenome.
Seu sobrenome é Love.
Então podemos cair de pau em cima, dando vazão a toda a nossa crueldade, a toda a nossa mediocridade. Provas? Quem precisa delas?
Se os dois forem criminosos, que a polícia os prenda e um juiz os condene. O que se discute aqui é a abordagem jornalística feita na mídia das tais festas de arromba (a denúncia da moto foi posterior) e do vídeo do jogador Love na favela. Elitista como sempre.
Depoimento de um "jornalista" do site globo.com ...

terça-feira, 16 de março de 2010
Histórias de Torcedor ...


FLAMENGO NA COPA
LIBERTADORES DA AMÉRICA - 1981 - Primeira Fase
Na primeira fase da Libertadores, o grupo do Flamengo era o Atlético Mineiro e os paraguaios Cerro Portenho e Olímpia. A Raça Rubro-Negra se preparou, então, para fazer a primeira caravana internacional de uma torcida organizada do Brasil.
Por falta de experiência, procuramos uma agência de viagens para organizar a excursão. Iríamos fazer dois jogos em Assunção (Paraguai). A viagem foi de ônibus, que saiu à noite da estátua do Beline (Maracanã). Éramos 42 torcedores ao todo e fomos para Foz do Iguaçu, onde montamos acampamento. Só nos dias de jogo é que íamos para Assunção.
Foi a mais completa zona. Uma bagunça organizada, com direito a pequenos furtos das bugigangas "made in China" em Foz do Iguaçu. Além disso, a galera ia se divertir nos cassinos. A comida era farta e barata em uma churrascaria de Foz, onde vários colegas "esqueciam" de pagar a conta. Quando sobrava algum tempo, falávamos de futebol.
Brincadeiras à parte, o primeiro jogo contra o Cerro Portenho foi uma "teta". Metemos cinco neles. Mesmo com o jogo fácil, houve uma mini porrada entre nós e os torcedores paraguaios, que não queriam deixar a gente colocar a faixa da torcida. Quando a polícia chegou, sentou o cacete em todo mundo e depois pediu desculpas... O saudoso Gustavo Villela levou uma borrachada nas costas que o deixou marcado por muitos dias. Ele ficou puto:
- É coisa da ditadura... – trombeteava ele com voz de discurso – Esse Stroessner, esse general maluco e gagá, manda os milicos baterem e depois pedirem perdão... Filhos da puta!
O Cláudio tentava acalmá-lo:
- Gustavo, calma, a gente tá na terra deles...
- Calma o caralho... Vê minhas costas, olha o rombo...
De longe, eu morria de rir. Primeiro porque não me metia em briga. Este rostinho lindo que Deus me deu, nunca, em vinte anos de torcida, levou uma porrada sequer. Eu vou aos estádios ver meu time jogar, não brigar, pô! Quando a porrada começou eu corri, e corri muito, para bem longe, que não sou besta.
Ao me ver rindo, o Gustavo esbravejou:
- Tu tá rindo de quê, seu crioulo viado?... covarde! Tu correu???
- Eu não, eu tava junto de vocês... Acertei uns quatro – me defendi!
- Tu correu, filho da puta, cagão... covarde!
No início os caras ficaram putos comigo, depois relaxaram e levaram na sacanagem, pois sabiam que briga não era o meu forte. Depois do jogo voltamos novamente para Foz, onde estava nosso “quartel general”.
O segundo jogo foi contra o Olímpia. No dia do jogo novamente fomos de ônibus para Assunção. Empatamos de 1x1. Foi um jogo normal e sem “ pancadaria”, já que o Domingo Bosco tinha pedido segurança para a torcida. Tinha mais polícia perto da gente do que torcedor. Após a partida voltamos para Foz e, imediatamente, para o Rio de Janeiro, pois a decisão do Grupo seria em uma partida extra contra o Atlético Mineiro, em campo neutro (no Serra Dourada, em Goiânia), três dias após.
A maioria da galera que foi para Assunção não tinha condições de ir: ou por falta de dinheiro ou por causa do trabalho. O Cláudio e o Gustavo estavam em dúvida. Fiquei na merda. Sozinho. Aí encontrei o Bocão e dois amigos, que iam ver o jogo, de “ônibus”. Era a morte!!! Fazer o quê? Resolvi ir com os caras. Pegamos um ônibus até Brasília e de lá outro para Goiânia. Chegamos no dia do jogo, por volta das treze horas. Fomos direto para o estádio comprar ingressos, comer alguma coisa e dormir na grama, pois estávamos mortos. Para piorar, não tinha ônibus de volta para o Rio depois do jogo. O último saía à meia-noite para Brasília e não daria tempo pra pegar, pois o jogo começaria as nove e meia e poderia haver prorrogação. Fomos para o estádio já sabendo que, após o jogo, iríamos dormir na rodoviária e que o primeiro ônibus direto para o Rio só as três da tarde, do dia seguinte. Pensei em me matar...
No estádio, a maior confusão. Gente demais, se bem que 90% da torcida era nossa. Cinco minutos antes de a partida começar, quem eu vejo chegando? Cláudio, Gustavo e Guilherme. Se pudesse matava os três. Fizeram um charme danado, disseram que as chances de irem assistir ao jogo eram mínimas e outras frescuras, e chegaram alegres e sorridentes, de avião...
Outras histórias, acessem:
segunda-feira, 15 de março de 2010
Contagem regressiva para a 3º Batalha... Libertadores 2010...


sexta-feira, 12 de março de 2010
Time 98% titular para o "jogo treino de luxo" no Domingo ...
Vale a pena ler...

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