segunda-feira, 28 de abril de 2008

Quarta feira é o final da Guerra !!!



Quarta feira - 30 de Abril de 2008 - 23:00 H




Final do Sulamericano de Basquete !!!


último jogo ...



Flamengo x "penosas argentinas"


no pardieiro deles




Ao vivo na ESPN




Vamos para o última batalha e venceremos !!!




Toda a Nação está convocada ...



Flamengo unido é muito forte,


não teme a luta,


não teme a morte...



A Nova música da Nação...

Vamos Flamengo...





Contagem regressiva...

quinta-feira, 24 de abril de 2008

O Depoimento de um Craque Rubro Negro...



FLAMENGO, MINHA VIDA

No Flamengo eu cheguei, cresci, lutei, aprendi, me sacrifiquei. Ali me formei como homem e profissional. Tive paciência, fui ajudado e ajudei, dentro e fora de campo. Vi o clube crescer, evoluir, ser exemplo e também vi o descaso, a falta de amor, a recessão e o declinio.

Fui jogador, treinador e dirigente. Vibrei, conquistei, sorri e chorei,perdi e ganhei. Fui injustiçado e idolatrado.

Já fui Careca, Cabeça, Copacabana, Capacete, Maestro e Vovô Garoto.

Fiz amigos e pouquíssimos inimigos. Sorri vendo companheiros chegarem, mas também chorei vendo alguns indo embora. Discuti com jogadores, treinadores, preparadores, massagistas e até com o presidente. Com e sem razão.

Fui lateral, volante e meia. Joguei 10 minutos, depois 45, 90 e até 120 minutos num dia só. Fiz gol de direita, de esquerda, de falta e até de cabeça, de pênalti. De dentro e de fora da área. E para não faltar também fiz gol contra. Jamais tinha feito gol em final, mas de repente marquei dois numa única decisão.

Cometi pênaltis marcados e também não marcados. Falhei em gols dos adversários, mas salvei meu goleiro em cima da linha. Dei bicicleta a favor e contra meu próprio gol. Dei e levei soco, cotovelada, bico na canela e voadora. Levei pontos na boca, no supercílio, na cabeca. Mas ganhei muitos mais na tabela.

Fui responsável por muitas segundas-feiras de alegria e, gracas a Deus, por poucas de tristezas. Dei volta olímpica pelo mundo, no Maracanã, em Porto Alegre, em Montevidéu e, a mais importante, em Tóquio. Foi com Taça Guanabara, Campeonato Carioca, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro, Libertadores e Mundial.

E um dia também fui obrigado a jogar contra minha segunda pele.

Ganhei grana, perdi grana e abri mão de grana. Fiz bons e maus contratos,
processei e fiz acordos.

Mas, o melhor é que fiz dos meus filhos flamenguistas de coração. A minha mulher, claro, sempre foi. Isso tudo é só pra dizer que:

"Eu teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo".

Junior.


AGORA VAMOS PARA A ULTIMA BATALHA !!!



Basquete - - Postado em Abril, 23 hr. 7:22 pm

Um jogo que vai ficar na memória de toda a Nação Rubro-Negra. Em partida realizada agora a pouco, na quadra de um Maracanãzinho lotado (cerca de nove a 10 mil torcedores), o Flamengo/Petrobras conseguiu empatar a série final (melhor-de-cinco jogos) da Liga Sul-Americana em 2 a 2, e está a um passo de conquistar o título inédito.
Mais uma vez, a torcida fez a diferença e empurrou o rubro-negro até a vitória de 86 a 79 (46 a 35). Duda, o camisa 10 da Gávea foi o grande destaque da noite, com 28 pontos. O quinto e decisivo jogo da série final da Liga Sul-Americana será na próxima quarta-feira, em Corrientes, na Argentina.
O jogo já começou equilibrado e bem acirrado, com Marcelinho sofrendo provocações dos adversários. O time do Corrientes saiu na frente ao abrir o placar. Com duas cestas de dois pontos, de Hélio, seguidas de um lance livre de bonificação, o Flamengo passou a frente e começou a dominar o jogo. A vantagem rubro-negra chegou a seis pontos, mas os argentinos acompanharam o ritmo dos donos da casa e conseguiram empatar o placar (16 a 16). Duda entrou no lugar de Hélio, dando novo gás ao time da Gávea, que administrou bem o restante do tempo, fechando o período em 25 a 22.
A partida permaneceu acirrada no segundo quarto. Com Marcelinho impedido pelos adversários de realizar as mesmas jogadas de ontem, a bola demorou a cair. Duda, em grande noite, acertou a primeira cesta do período, abrindo cinco pontos de vantagem. Duda levou a torcida ao delírio por diversas vezes. A diferença de pontos aumentou para 11 e o Flamengo, empolgado e consciente nas jogadas, ampliou para 15. Sem se render, o Regatas/Corrientes conseguiu diminuir para onze; 46 a 35.
O terceiro quarto começou com uma linda cesta de três pontos marcada por Duda. A vantagem rubro-negra passou a ser, temporariamente, de sete pontos. Com mais uma cesta de três, Duda devolveu a vantagem de 10 pontos para a equipe da Gávea. Com cestas de três de Fernando Mineiro e de Hélio, a diferença de pontos voltou a ser de 15. O período terminou com vantagem de 13 pontos para os brasileiros (66 a 53).
Quarto e último período eletrizante. O Flamengo permaneceu impondo o ritmo da partida, apesar de toda a luta do time argentino que conseguiu diminuir a diferença para nove pontos. Uma confusão começou a se formar faltando 22 segundos para o término da partida. Acalmados os ânimos, o Regatas converteu mais dois lances livres, fazendo a vantagem rubro-negra cair para sete e perigosos pontos. O Flamengo administrou os segundos finais e conquistou a segunda vitória na série melhor-de-cinco da final da Liga Sul-Americana de Basquete.


AGORA AS GALINHAS ARGENTINAS DESCOBRIRAM O QUE É TEMER O FLAMENGO...









É O FLAMENGO !!!!

terça-feira, 22 de abril de 2008

VITÓRIA !!!!! A CHAPA ESQUENTOU !!!

Equipe faz 98 a 79 contra o Corrientes, faz 2 a 1 na série da final e força o quarto jogo

As Galinha Argentinas tentam dominar, mas Fla se impõe em casa e força outro jogo
Em dia inspirado do armador Marcelinho Machado, o Flamengo forçou a partida quatro da final da Liga Sul-Americana. Nesta terça-feira, em um ginásio do Maracanãzinho (RJ) não tão lotado, porém muito barulhento, a equipe da casa venceu o Regatas Corrientes por 98 a 79 e deixou a série em 2 a 1. O próximo confronto entre os times será nesta quarta, às 17h, novamente no Maracanãzinho.
O Flamengo precisa da vitória para empatar a série e decidir o título da competição em Corrientes, na Argentina. As duas vitórias dos argentinos foram em casa, na semana passada. No jogo de estréia, o Flamengo foi derrotado, armou uma confusão ao perder a cabeça quadra e viu seu jogador mais experiente ser expulso. No duelo seguinte, o Rubro-Negro deu sinais de que faria 1 a 1 na série, mas cedeu a vitória ao adversário.

Fla arrebatador no primeiro quarto
O Flamengo começou melhor na partida. Marcelinho Machado, que não participou do segundo jogo da série após ser expulso na estréia, fez os sete primeiros pontos da equipe da casa. Sentindo o bom momento do adversário, o Regatas Corrientes pediu tempo quando o placar marcava 19 a 9, faltando um pouco mais de seis minutos para o fim do primeiro quarto. No retorno à quadra, o Rubro-Negro continuou com um bom desempenho, principalmente dos arremessos de fora do garrafão. Com três cestas de três pontos, os cariocaas abriram 28 a 11.

Marcelinho continou sendo o termômetro do Flamengo. Nos poucos minutos em que se desconcentrou em quadra, o Regatas Corrientes diminuiu a vantagem para dez pontos, colocando 28 a 18 no marcador. Nos últimos segundo do primeiro quarto, o armador se reencontrou e convertou mais uma cesta de três pontos. Em seguida, conseguiu uma roubada de bola e encerrou a etapa em 33 a 18.
Marcelinho pontua mais que o conjunto rival

No segundo quarto, o Flamengo continuou melhor em quadra. Assim como no período anterior, Marcelinho começou acertando dois arremessos de três pontos. Faltando seis minutos para o término, o placar apontava 39 a 23 para a equipe da casa. Ao mesmo tempo, o armador somava 24 pontos na partida, um a mais que todo o time argentino. Os minutos finais foram muito amarrados, com muitas faltas entre as equipes. Mas a vantagem seguia a favor do Flamengo. Só de arremessos livres, Marcelinho converteu 7 pontos, fechando o segundo quarto em 58 a 37.
No terceiro, a experiência do Rubro-Negro, orientando pelo técnico Paulo Chupeta, foi fundamental em quadra. A equipe carioca soube administrar a vantagem, segurando a posse de bola. Assim, o quarto terminou em 66 a 58. No último período, o Flamengo seguiu embalado pelos gritos da torcida, abriu a margem de pontos e venceu a partida em 98 a 79, forçando o quarto jogo da série final da Liga Sul-Americana.
AMANHÃ - 17:00 H - QUARTO JOGO NO MARACANANZINHO
FLA X eles

sábado, 19 de abril de 2008

LUGAR DE RUBRO NEGRO É NO MARACANANZINHO !!!

boa tarde a todos



TERÇA FEIRA 22 DE ABRIL DE 2008 ÀS 19: 00 H , O TERCEIRO JOGO DA DESISÃO DO SUL AMERICANO DE BASQUETE ENTRE O FLAMENGO X REGATAS CORRIENTES ...



NO "PARDIEIRO" NA ARGENTINA OS JOGADORES FORAM HOSTILIZADOS PELA TORCIDA E PREJUDICADOS PELA ARBITRAGEM, E AGORA ESTÁ NA HORA DE DARMOS O TROCO A ELES.



REPETINDO:


FLAMENGO X galinhas argentinas


19: 00 H - 22 de abril de 2008


Maracananzinho




VAMOS MOSTRAR PARA "ELES" A TEREM MAIS RESPEITO E MEDO DO FLAMENGO ...

quarta-feira, 16 de abril de 2008

BASQUETE: COMEÇA HOJE A DECISÃO !!!

O time do Flamengo/Petrobras entra em quadra esta noite (23h) para disputar o primeiro jogo da série final (melhor-de-cinco) da Liga Sul-Americana de Basquete. A vitória é de grande importância para que a equipe de Paulo Chupeta ganhe ainda mais força e confiança para conquistar o primeiro título sul-americano de sua gloriosa história.

As primeiras duas partidas (16 e 17/4) da série melhor-de-cinco, contra o time do Regatas/Corrientes, da Argentina, serão em território inimigo.
O jogo desta noite terá início às 23h. ESPN Brasil não fará a transmissão ao vivo, mas estará passando o VT do jogo à 1h10.

Os dois próximos confrontos entre Flamengo/Petrobras e Regatas/Corrientes serão no Maracanãzinho, nos dias 22 e 23 (este último, se necessário). Se for preciso, uma quinta partida será realizada no dia 29 ou 30, na Argentina.
O Flamengo/Petrobras chegou à final inédita da Liga Sul-Americana após derrotar o Boca Juniors na série melhor-de-três jogos, em 2 a 1 (1º jogo: 88 a 100; 2º jogo: 83 a 58; 3º jogo: 72 a 65).
Já o time do Regatas/Corrientes está invicto na Liga , com sete vitórias e fechou a série semifinal em 2 a 0, contra a equipe do Brasília.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A Nação espalhada pelo Mundo... Fla Sampa

Fonte: http://flamengoatemorrer.wordpress.com/2007/12/05/fla-sampa/




“A história da Fla-Sampa começa no final de 2004 quando Julliano Spaziani (Juba), Vinicius Schurgelies e Luis Dau discutiam no site de relacionamentos Orkut sobre um lugar para assistir aos jogos do Flamengo.


Juba sugeriu o O’Malleys e os três foram ao pub no dia 19 de dezembro de 2004 assistir a última partida do Flamengo no Brasileirão daquele ano. O jogo contra o Cruzeiro acabou não sendo transmitido e os três foram obrigados a ver Atlético-PR x Botafogo. Preocupado com a partida, já que o time corria o risco de ser rebaixado na competição, Dau ligava para o pai que assistia a partida no Rio de Janeiro e informava os três do resultado, que acabou em goleada para os cariocas por 6 x 2 e a permanência da equipe na divisão de elite do futebol brasileiro.


O encontro pareceu promissor e dali os três começaram a se programar para assistirem juntos aos jogos do Campeonato Carioca de 2005. Nesta época, a mobilização dos flamenguistas ganhou força e novos torcedores começaram a aderir ao movimento e garantir presença constante ao pub. Alexandre, Edda, Guilherme, Paulinho, Michel, Zezinho, Silvana, Marcos e Leandro ajudaram a divulgar e fazer com que a Fla-Sampa se tornasse uma realidade.


A torcida ganhou espaço e novos adeptos chegaram: Fabio, Décio, Anderson, Paulo Eugênio, Hassan, Bassam, Joanna, Jorge, Cecília e, Bruno, dentre outros. Com eles, a Fla-Sampa ganhou presença também fora do bar e começou a assistir aos jogos do Flamengo ao vivo, quando o rubro-negro atuava dentro do estado de São Paulo. A campanha do time não ajudava e a possibilidade de rebaixamento crescia a cada partida. Mesmo assim, os resultados negativos, por incrível que pareça, serviram pra unir ainda mais a galera da Fla-Sampa, que apesar da péssima campanha, sempre se reunia pra ver os jogos.


No dia 16 de novembro de 2005, sob sugestão do Vinicius (carinhosamente chamado de presidente da torcida), a Fla-Sampa comemorou o aniversário do clube no O’Malleys com bolo, bexigas rubro-negras e muita cerveja.


Enquanto os torcedores faziam a festa no bar, o Flamengo batia o Fortaleza por 3 x 0. No último jogo de 2005, o time já estava livre do rebaixamento e mesmo assim o pub recebeu o maior público do ano. A Fla-Sampa realizou o sorteio de um DVD com a conquista do Mundial Interclubes de 1981 produzido pelo Guilherme e a casa lotou, consolidando de vez a força da torcida.


O ano de 2006 começou bem para a Fla-Sampa. Estabelecida e bastante conhecida, a torcida ganhou a sua terceira geração com a chegada de João Tatá, Mato Grosso, Renato, Murilo, Rafael Carioca e mais diversos rubro-negros. Durante a Copa do Mundo da Alemanha aconteceu a 1ª Feijoada da Fla-Sampa, realizada no Bar Samba, na Vila Madalena, com presença maciça das três gerações da torcida.


Se o começo do ano foi bom, o melhor estava por vir. Logo após o final da Copa do Mundo, os rubro-negros prestigiaram a Copa que realmente interessava aos seus 35 milhões de torcedores: a Copa do Brasil. No primeiro jogo da final contra o rival Vasco da Gama, o O’malleys estava lotado, onde ninguém conseguia se mexer. A galera vibrava como se estivesse no estádio e na hora dos gols da vitória por 2 x 0 os torcedores não se contiveram, misturando abraços e lágrimas de felicidade.


Empolgados, os rubro-negros de São Paulo se mobilizaram para fazer a festa na grande final, no Maracanã. A torcida foi do jeito que achou melhor, alguns de carro, outros de ônibus e uns de avião. Quem não pôde comparecer ao estádio fez a festa no O’Malleys e nas ruas de São Paulo, exibindo com orgulho bandeiras, camisas e a faixa (produzida pelo Zezinho) pela Avenida Paulista e suas imediações.


A torcida cresceu e uma nova sede foi exigida. Atualmente, os rubro-negros que moram na capital paulista se reúnem no bar Villa, Bella, que fica no bairro do Campo Belo.


Unida, fortalecida e cada vez mais conhecida, a Fla-Sampa pretende continuar a crescer e agrupar cada vez mais o número de torcedores do Flamengo que residem no estado de São Paulo. Sem vinculo com nenhuma torcida organizada, o objetivo desses torcedores continua sendo o mesmo: “Cantar ao mundo inteiro a alegria de ser rubro-negro.”



terça-feira, 1 de abril de 2008

Figueiredo...

Fonte: http://www.flamengo.com.br/flapedia/Figueiredo



Claudio Figueiredo Diz

Saudoso zagueiro Figueiredo


Figueiredo começou a jogar futebol em times dente de leite do Palmeiras, porém, jamais chegou a ser um jogador profissional pelo Palmeiras. Este privilégio coube a outro clube brasileiro, o Flamengo, que lançou o jogador em 1979, em uma partida contra o tricolor do Rio.

Em um time repleto de estrelas, como foi o Flamengo no início dos anos 80, Figueiredo não foi um dos maiores destaques daquela equipe. É bem verdade que o jogador não teve tempo suficiente para mostrar todo seu talento, uma vez que veio a falecer em um trágico acidente de avião, quando tinha apenas 23 anos.

Apesar de sua curta carreira, Figueiredo teve a oportunidade de comemorar os Brasileiros de 1980, 82 e 83, além da Libertadores da América e do Mundial Interclubes em 81. Sua última partida com a camisa rubro-negra aconteceu no dia 30 de novembro de 1984, quando o Flamengo foi derrotado pelo tricolor pelo placar de dois a um.

Figueiredo faleceu no mesmo ano de sua última partida, no dia 20 de dezembro de 1984.

Dados

Nome Completo: Claudio Figueiredo DizDia do Nascimento: 23 de Dezembro de 1960Local: São Paulo (SP)Posição: ZagueiroNúmero de Partidas pelo Fla: 152Número de Gols: 0
Histórico
Time
1974-1978
Palmeiras
1979-1984
Flamengo
Títulos





quinta-feira, 27 de março de 2008

Nova Camisa do Flamengo ... Uniforme 3 - 2008



Preço oficial R$ 149,90




Descrição


Nova camisa rubro-negra é inspirada no primeiro modelo utilizado pelo clube, conhecido como Papagaio-de-Vintém. O uniforme tem também o primeiro distintivo da história do Fla, com uma âncora e dois remos, além das iniciais CRF (Clube de Regatas do Flamengo).


INÍCIO DOS ENVIOS DA 1ª REMESSA: PRIMEIRA QUINZENA DE ABRILPRIMEIRO A COMPRAR, PRIMEIRO A RECEBER!CONFIANDO NO PADRÃO NIKE DE BELEZA E QUALIDADE, SEJA UM DOS PRIMEIROS A USAR ESTA CAMISA!!!


Confiando no padrão Internacional Nike de qualidade e com autorização da mesma (pois somos loja credenciada da Nike.com) estamos colocando a disposição para você.Sugerimos a compra imediata da Camisa pela Pré Venda pois dificilmente ela estará disponivel para pronta entrega após o fim da Pré Venda (11/04) por sua gigantesca demanda.

A Fabricação da Camisa será limitada, sugerimos a reserva dessa camisa mediante pagamento (Pré Venda).


OBS: Os números são sortidos, nomalmente são números de ataque.


A Nike não permite a escolha de número deste modelo númerado.


Medidas(Largura x Altura).


P: 49x71 cm

M: 54x75 cm

G: 58x76 cm

GG:62x78 cm

Todas as medidas são aproximadas


Depois "eles" não querem que não hajam falsificações...

quarta-feira, 26 de março de 2008

Lico

Fonte: http://www.miltonneves.com.br/qfl/index.asp?id_qfl=827





Antônio Nunes


Lico

Ex-ponta-esquerda do Joinville, marcou época no Flamengo de 80 a 84. Atualmente, mora e trabalha como secretário municipal de esportes de sua cidade natal, a praiana Imbituba, em Santa Catarina. Nascido no dia 9 de agosto de 1951, Lico começou a carreira de jogador no América de Joinville (SC), em 1970. Em 1973, ele defendeu o Grêmio e nos anos de 74 e 75 jogou no Figueirense (SC). Em 1976, o rápido e raçudo jogador teve seu passe negociado com o Avaí, clube no qual jogou até 1978, quando se transferiu para o Joinville. Permaneceu no JEC até 1980, ano que chegou ao Rubro-negro carioca. "Conquistei dez títulos pelo Flamengo. Os mais importantes foram os campeonatos brasileiros de 82 e 83, as duas Taças Guanabara e, logicamente, a Libertadores e o Mundial de 81", lembra Lico, que jogou ao lado do esquadrão comandado por Zico e que tinha ainda Adílio, Andrade, Júnior, Nunes, Raul, Leandro e companhia. Depois de sofrer duas cirurgias no joelho, Lico foi obrigado a pendurar as chuteiras em 1984. "Na época, eu tinha propostas de alguns clubes, entre eles o São Paulo. Mas não pude continuar", diz o ex-ponta-esquerda. Depois da aposentadoria nos gramados, alternou projetos no futebol, ora como treinador, ora como diretor ou supervisor técnico, sempre em clubes do Sul, como o Londrina e o Avaí. Antes de trabalhar como gerente de futebol do Joinville, ele foi técnico dos juniores e do profissional do Avaí e supervisor de futebol do Londrina (PR). "Eu saí um pouco da mídia voltando para Santa Catarina", analisa.


Números pelo FlaCom a camisa do Flamengo, entre 1980 e 1984, Lico disputou 126 partidas (75 vitórias, 28 empates e 23 derrotas) e marcou 20 gols. Os números de Lico foram colhidos do "Almanaque do Flamengo", de Roberto Assaf e Clóvis Martins.



por Rogério Micheletti (micheletti.rog@ig.com.br) / Colaborou: Raphael Cavaco



terça-feira, 25 de março de 2008

Um Ídolo que era Rubro Negro fanático na infância... Mussum

Fonte: http://www.overmundo.com.br/overblog/e-bateu-uma-saudade-do-velho-mussum



Antônio Carlos Gomes

Mussum

Quem não lembra daquele cara gente boa que dizia “Cacildes’’?. No dia 12 de Julho de 1994, aos 53 anos, morria O Trapalhão Mussum por complicação de um transplante de coração, deixando um legado de 27 filmes e mais de vinte anos de participações televisivas que marcaram uma geração de pequenos e grandes crianças. Ele, com seu jeito manhoso e descolado, recebeu em 1969 um convite de Chico Anysio para trabalhar na extinta TV Tupi na Escolhinha do Professor Raimundo e em vários musicais da TV Globo e Excelsior, onde conheceu Dedé Santana, que em 1974, o convidou para fazer parte dos Trapalhões, onde se imortalizou com suas gírias “forevis’’ e seu inesquecivel “mé”(cachaça).
Antes de se tornar o Mussum, Antônio Carlos Gomes foi criado nos morros cariocas e num colégio interno, no qual estudou por 9 anos, recebendo o diploma de ajustador mecânico e logo depois mais 8 anos nas forças armadas com a Caravana Cultural de Música Brasileira de Carlos Machado, no que possibilitou fazer parte do grupo "Os Originais do Samba" e viajar por quase todo o mundo com vários sucessos como "Assassinaram o Camarão". Em 1969 Dedé Santana o convidou para fazer parte dos Trapalhões, porém, Mussum recusou dizendo, no maior humor, que pintar a cara, como é costume fazer entre os atores, não era coisa de homem, mas parece que a vida de trapalhão o chamava de qualquer jeito, onde em 1975 não resistiu e entrou oficialmente para a turma no programa O Mundo Mágico dos Trapalhões, fazendo já no ano seguinte o personagem Guarda Azevedo no filme Trapalhão no Planalto dos Macacos.
De lá, foram 29 anos de trapalhadas e cambalhotas, incorporando personagens inesquecíveis como o Fumaça (O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão - 77), Fumê (Os Trapalhões e o Rei do Futebol - 86), Homem de Lata (Os Trapalhões e o Mágico de Oróz - 84), Mussaim (A Princesa Xuxa e os Trapalhões - 89), Mumu, o Mago (Uma Escola Atrapalhada - 90), que se fazem presentes na mentes e nos corações de todos os adultos de hoje, sendo considerado um dos maiores comediantes que o Brasil já possuiu, ao ponto de merecer um museu na escola de Ricardo Albuquerque, no interior do Rio de Janeiro, onde guarda roupas, filmes e instrumentos musicais que pertenceram ao comediante.
OS 10 MANDAMENTOS DO MÉ
I- Sempre que tomais algo etílico brindais ao Mussumzis!
II- Não cobiçais o mé alheio.
III- Louvais sempre ao Mussum como o cara mais gente boa do mundis! (Você com certeza deixaria o Mussa ficar com a sua irmã)
IV- Façais todo ano o ritual sagradis do Mé!
V- Torçais e vejais sempre a mangueira entrar! (No bom sentido, é claro!)
VI- Matarás todas as garrafas!
VII- Não roubarás o mé alheio, peça primeiro!!
VIII- Sempre que puder, fique somente de cueca e meias!!
IX- Cultive a tradicional "pança de cervejeiro".
X- Agradeça sempre pelo mé nosso de cada dia!
FILMES DO MUSSUM
1991 - Os Trapalhões e a Árvore da Juventude
1990 - O Mistério de Robin Hood
1990 - Uma Escola Atrapalhada (Mumu, o Mago)
1989 - A Princesa Xuxa e os Trapalhões
1989 - Os Trapalhões na Terra dos Monstros (Mussum)
1988 - O Casamento dos Trapalhões1988 - Os Heróis Trapalhões - Uma Aventura na Selva
1987 - Os Fantasmas Trapalhões (Mussum)
1987 - Os Trapalhões no Auto da Compadecida
1986 - Os Trapalhões e o Rei do Futebol (Fumê)
1986 - Os Trapalhões no Rabo do Cometa1985 - Os Trapalhões no Reino da Fantasia
1984 - A Filha dos Trapalhões
1984 - Os Trapalhões e o Mágico de Oróz (Homem de Lata)
1983 - Atrapalhando a Suate1983 - O Cangaceiro Trapalhão
1983 - Os Trapalhões na Serra Pelada (Mexelete)
1981 - Os Vagabundos Trapalhões
1981 - O Mundo Mágico dos Trapalhões
1981 - Os Saltimbancos Trapalhões (Mussum)
1980 - O Incrível Monstro Trapalhão
1980 - Os Três Mosqueteiros Trapalhões (Mussum)
1979 - O Cinderelo Trapalhão (Mussum)
1979 - Rei e os Trapalhões (Abol)
1978 - Os Trapalhões na Guerra dos Planetas (Mussum)
1976 - O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão (Fumaça)
1976 - Trapalhão no Planalto dos Macacos (Guarda Azevedo)





quinta-feira, 20 de março de 2008

Como é bom ser Flamengo... por Carlos Drumond de Andrade


O Torcedor
Carlos Drummond de Andrade
Um conto onde o grande Carlos Drummond de Andrade, um dos maiores poetas da literaura brasileira, fala da emoção de ser Flamengo. Um reforço para os poemas e poesias que falam do Flamengo

O torcedorNo jogo de decisão do campeonato, Eváglio torceu pelo Atlético Mineiro, não porque fosse atleticano ou mineiro, mas porque receava o carnaval nas ruas se o Flamengo vencesse.
Visitava um amigo em bairro distante, nenhum dos dois tem carro, e ele previa que a volta seria problema.O Flamengo triunfou, e Eváglio deixou de ser atleticano para detestar todos os clubes de futebol, que perturbam a vida urbana com suas vitórias. Saindo em busca de táxi inexistente, acabou se metendo num ônibus em que não cabia mais ninguém, e havia duas bandeiras rubro-negras para cada passageiro. E não eram bandeiras pequenas nem torcedores exaustos: estes pareciam terem guardado a capacidade de grito para depois da vitória.Eváglio sentiu-se dentro do Maracanã, até mesmo dentro da bola chutada por 44 pés. A bola era ele, embora ninguém reparasse naquela esfera humana que ansiava por tornar a ser gente a caminho de casa.
Lembrando-se de que torcera pelo vencido, teve medo, para não dizer terror. Se lessem em seu íntimo o segredo, estava perdido. Mas todos cantavam, sambavam com alegria tão pura que ele próprio começou a sentir um pouco de flamengo dentro de si. Era o canto? Eram braços e pernas falando além daboca? A emanação de entusiasmo o contagiava e transformava. Marcou com a cabeça o acompanhamento da música. Abriu os lábios, simulando cantar. Cantou. Ao dar fé de si, disputava à morena frenética a posse de uma bandeira. Queria enrolar-se no pano para exteriorizar o ser partidário que pulava em suas entranhas. A moça, em vez de ceder o troféu, abraçou-se com Eváglio e beijou-o na boca. Estava batizado, crismado e ungido: uma vez Flamengo, sempre Flamengo.
O pessoal desceu na Gávea, empurrando Eváglio para descer também e continuar a festa, mas Eváglio mora em Ipanema, e já com o pé no estribo se lembrou. Loucura continuar flamengo a noite inteira à base de chope, caipirinha, batucada e o mais. Segurou firme na porta, gritou: "Eu volto, gente! Vou só trocar de roupa" e, não se sabe como, chegou intacto ao lar, já sem compromisso clubista.
ANDRADE, Carlos Drummond. De conto em conto, v. 2. São Paulo: Ática, 2001.

quarta-feira, 19 de março de 2008

A Homenagem a grande Rubro Negra Maria Alcina...



Maria Alcina

É uma cantora brasileira e Rubro Negra fanática...

Entre seus maiores sucessos estão Fio Maravilha (Jorge Ben) — vencedora da fase nacional do Festival Internacional da Canção de 1972 — e Kid Cavaquinho (João Bosco e Aldir Blanc). Com Fio Maravilha, fez o Maracanãzinho vibrar e conquistou o estrelato.
Dona de uma voz grave e de uma presença de palco contagiante, ganhou o Troféu Imprensa, participou de programas de televisão como a Discoteca do Chacrinha, o Qual é a Música? e todos os outros da época.
Percorreu o Brasil com seus shows e ficou conhecida internacionalmente. Sua maneira exótica de se vestir se compara muito a Carmem Miranda. No início de sua carreira, trabalhou durante seis anos em um circo.
No ano de 2004 gravou um CD de batida eletrônica, chamado Agora, com o Bojo, banda composta por Maurício Bussab, Fê Pinatti, Du Moreira e Kuki Stolarski. No CD, alguns clássicos de sua carreira, com roupagem eletrônica, como Eu dei, Alô, alô e Fio Maravilha; além desses sucessos, canções inéditas.




sexta-feira, 14 de março de 2008

A primeira bandeira do Flamengo...

Em 1895, a primeira bandeira do Flamengo era listrada de azul e amarelo-ouro. Como ela desbotava muito e os tecidos - importados - custavam caro, a diretoria resolveu substituí-la por preto e vermelho. A primeira camisa do time de futebol era toda quadriculada, parecia um tabuleiro de damas. Logo, os jogadores ganharam uma camisa listrada, como a dos remadores, mas com um friso branco entre o vermelho e o preto. O friso acabou sendo retirado pois a camisa era muito parecida com a bandeira alemã, na época da Primeira Guerra Mundial. Em 1979, diminuiu-se o número de listras - 5 no total, mais largas.




- A figura ao lado mostra a primeira bandeira do clube nas cores iniciais azul e ouro e o quadrado de fundo preto na parte superior esquerda da bandeira com as ancoras em vermelho.